Dr. Edward Bach – Biografia

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Edward Bach, o notável médico inglês, teve como missão descobrir  os remédios florais para estados emocionais e mentais em desequilíbrio.

 

Analisando sua biografia, percebemos que além de extremamente intuitivo Bach era estudioso, dedicado ao trabalho e à cura, fosse como médico alopata, sanitarista, homeopata ou simplesmente “herbalista”, como gostava de ser chamado depois da descoberta das essências florais.

   

Nascimento e Conexão com a Natureza

Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um povoado perto de Birmingham, na Inglaterra; uma das regiões que abrigou em passado longínquo, a antiga cultura celta, guardiã de tradições religiosas ligadas à natureza. Os celtas se relacionavam com as forças sutis ou espirituais dos fenômenos da natureza e com os seres elementais em seu cotidiano. A Dra Carmen Monari, médica, terapeuta e educadora especializada nos Florais de Bach, incluiu em um de seus livros o significado do nome Edward Bach: Edward de origem teutônica significa “aquele que precisa ser o guardião, alerta de seus sentidos” Bach em sua origem alemã significa “fonte de água” e em sua origem persa significa “jardim”.

 

Infância

Desde criança demonstrou grande amor pela natureza, forte poder de concentração, excelente sentido de humor e profunda intuição e sensibilidade. Era independente e tinha imenso desejo de saber. Bem humorado e alegre, desde menino tinha o hábito de sair sozinho pelos campos e sentar para observar detalhes da natureza. Desde criança tinha o ímpeto de ajudar a qualquer ser que estivesse passando por uma aflição, fosse um animalzinho ou uma pessoa. Teve como contemporâneos outras almas que deixaram marcas importantes no mundo como Gandhi, Rudolf Steiner, Albert Einstein, Sigmund Freud, Tolstoi, Pessoa, Chaplin, Monteiro Lobato, Villa Lobos, Hitler… Filho primogênito de família descendente do País de Gales, Edward foi um bebê de saúde delicada, mas passados os primeiros meses de vida tornou-se uma criança cheia de vitalidade.

Adolescência

Aos 16 anos concluiu os estudos e foi trabalhar na empresa de seu pai – uma usina de fundição de cobre, porque sabia que cursar a escola de medicina seria muito caro. Ainda nessa época, trabalhando nas Usinas Bach, Edward observava os problemas de saúde dos operários de seu pai e a pobreza de recursos e de tratamentos, levando ao uso, quase sempre, apenas de paliativos para atender as queixas. O jovem Edward, tocado por essas questões dos operários tomou então, nesse período, a decisão de que como médico encontraria um método simples de cura verdadeira que tranquilizaria as mentes e os corpos. Esse episódio certamente o ajudou a fazer sua escolha final, pondo fim a um questionamento interior a respeito de se deveria vir a ser médico ou teólogo. Não aguentando mais o confinamento imposto pelo trabalho na usina, Edward alistou-se no Corpo de Cavalaria e nesse período pôde voltar a se deleitar por estar novamente em contato com a natureza. Até que finalmente teve uma conversa decisiva com seu pai que se ofereceu para pagar sua Universidade para que ele pudesse cursar medicina.

Cursou Medicina e iniciou sua prática de consultório

Aos 20 anos ingressou na Faculdade de Medicina de Birmingham. Durante o período em que cursou medicina e por vários anos depois, evitava ir aos parques de Londres ou estar em meio à natureza, porque sabia que a força do chamado da mãe natureza para ele seria forte demais para suportar.
No mesmo ano em que formou-se médico, Edward, agora sim o Dr Bach, casou-se com sua primeira mulher. Começou sua carreira médica como alopata, num Pronto Socorro de Londres (Casualty House Surgeon).

Trabalhou como pesquisador, Bacteriologista e Imunologista.

Logo, passou a trabalhar como bacteriologista, numa época em que a medicina avançava em grandes estudos sobre imunologia. Especializou-se em bacteriologia, imunologia e saúde pública.

Pasteur e outros grandes cientistas já haviam aberto as portas para esta nova área de cura e acreditava-se que bacteriologia e imunologia eram as chaves para a saúde mundial e o futuro da medicina.

O cientista Edward Bach descobre vacinas que eram preparadas utilizando diversos tipos de bactérias. Os resultados obtidos foram muito além de sua expectativa.

Durante a I Guerra Mundial, tentou em vão se alistar, mas como sua própria saúde nessa época já era frágil ele nunca foi aceito. Acabou ficando em Londres, onde trabalhou intensamente, sendo responsável por 400 leitos de feridos de guerra no Hospital Universitário. Bach usou essas vacinas durante a grave epidemia de gripe espanhola, salvando milhares de vidas dentre as tropas militares.

Nessa época nasce sua filhinha; falece sua primeira esposa e ele se casa novamente.

 

Primeiras reflexões sobre a complexa relação entre o indivíduo e a doença

Naquela época, Bach pôde observar como os pacientes reagiam diante das enfermidades e como essa reação influía no curso delas. Percebeu que o mesmo tratamento aplicado a pessoas diferentes nem sempre curava a mesma enfermidade, que medicamentos eficazes para algumas, não atuavam em outras, e que pacientes similares em temperamento melhoravam com o mesmo remédio. Tornou-se evidente para ele que, no tratamento das enfermidades, a índole do paciente tinha mais importância que o seu corpo físico.

O espírito pesquisador de Bach levou-o a descobrir uma vacina que curava doenças crônicas.

 

Adoece seriamente e é desenganado

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Prosseguia seus estudos no aperfeiçoamento da vacina, quando em julho de 1917, foi acometido de um mal incurável. Embora tenha sido operado, os médicos lhe deram somente três meses de vida. Imbuído da ideia de terminar suas investigações, abandonou o hospital antes de receber alta e fechou-se em seu laboratório, trabalhando dia e noite.

Passaram-se dias e, finalmente, percebeu que estava completamente curado. Essa experiência levou-o a conclusão de que um interesse absorvente, um grande amor, ou um propósito definido na vida são fatores decisivos para a saúde e a felicidade do homem. Bach vivenciou a importância do equilíbrio emocional na cura das enfermidades.

Deixa, então de atender no Hospital Universitário por não concordar com as regras impostas e abre um novo consultório onde atende os pobres sem cobrar.

Iniciado na Maçonaria; a seguir, ingressa no Hospital Homeopático

Nessa mesma época é iniciado na Maçonaria.

Em 1919, Dr. Bach ingressou no Hospital Homeopático de Londres, trabalhando ainda como patologista e não como homeopata. Até então, suas vacinas eram administradas através de injeções subcutâneas. Ao tomar contato com a obra de Hahnemann, muda o modo de preparo de sua vacina, para que elas pudessem ser administradas oralmente. E segue trilhando seu caminho em direção ao sutil.

Nesta época, entusiasmado com as ideias de Hahnemann, acreditava que a alopatia e a homeopatia tomariam rumos convergentes, ou seja, seguiriam o caminho que ele próprio estava seguindo.

Sabemos que a homeopatia oferece um retrato mais fiel da saúde e da doença no ser humano porque considera também os estados mentais. Isso levou Bach a abraçar esta modalidade da medicina.

Cresce em sua prática como homeopata e deixa de trabalhar dentro do hospital

Na década de 20, Dr. Bach era um médico homeopata reconhecido, trabalhando com uma equipe de assistentes. Desenvolveu os 7 Nosódios de Bach, usados para tratar diferentes doenças.

Já havia sido indicada por Hahnemann a idéia de que existia uma associação entre personalidade e fatores físicos. Dr. Bach queria entender o Ser como um todo e escreveu que o objetivo do médico deveria ser, mais do que a cura, a prevenção das doenças. Para ele era claro que o corpo humano não deveria ser visto pela medicina como um campo de batalha.

Em um discurso feito à Sociedade Homeopática em 1920, Dr. Bach já demonstra certa crítica à maneira como suas vacinas estavam sendo usadas: o médico queria um remédio fácil de ser prescrito, enquanto os laboratórios queriam fabricar remédios em grande escala e vendê-los.

Pouco tempo depois, Dr Bach separa-se de sua segunda esposa e deixa seu cargo no Hospital Homeopático.

Suas observações sobre o comportamento humano e o preparo dos primeiros florais

Consta que por volta de seus 42 anos, Edward Bach entediado em um jantar da sociedade, passou a atentar para as atitudes dos convidados e teve os primeiros insights sobre os temperamentos, que mais tarde descreveria como os 12 estados mentais.

Pouco tempo depois, atendendo a um chamado interior, fez uma viagem até o País de Gales e encontrou Impatiens e Mimulus, mas preparou essas duas flores como os remédios ou vacinas que ele utilizava na época.

Ainda não satisfeito, Edward decidiu deixar completamente sua vida e prestígio em Londres e, sob protesto de seus colegas médicos que o tinham como um líder e um gênio da pesquisa, foi viver no campo para poder se dedicar àquilo que sentia ser sua missão do momento: descobrir os tipos ou estados mentais e os novos remédios que pudessem curar aquelas pessoas.

Vale lembrar que, ao deixar Londres, por engano trocou a mala onde levava seus instrumentos de pesquisa pela mala de sapatos. Como nada é por acaso, descobriu que estes seriam os instrumentos necessários nesta sua nova fase de pesquisas: sapatos para percorrer incessantemente os campos ingleses em busca de plantas que curassem as dores da alma humana.

Nora Weeks juntou-se ao Dr Bach nessa empreitada, e veio a ser sua devotada e incansável assistente. São dela os desenhos que mostram os locais onde o Dr Bach encontrava as flores e preparava as essências florais.

Completa o preparo dos Primeiros Doze Florais de Bach

Entre 1930 e 1932 Bach encontrou e preparou as essências florais daqueles que ele mesmo chamou de Os Doze Curadores: Impatiens, Mimulus, Clematis, Agrimony, Chicory, Vervain, Centaury, Cerato, Scleranthus, Water Violet, Gentian e Rock Rose, e escreveu o tratado Cura-te a ti mesmo.

Nessa época, ele já cuidava de seus pacientes com muito sucesso usando seus novos elixires.

Escreveu vários artigos publicados em periódicos ligados à medicina homeopática e ao final de 1932 escreveu Liberte-se, obra muito importante, em que fala com simplicidade a respeito de como o homem pode aprender a usar sua intuição e a confiar em si mesmo e em sua orientação interior, tornando-se assim saudável, útil e feliz. A este texto ele acrescenta a descrição das suas essências florais.

Indícios de sua visão filosófica

Não há registros sobre a religião ou a filosofia que Edward Bach seguia. Mas, em seus escritos, podemos destacar referências a Buda, Cristo, Grandes Mestres da Fraternidade Branca. Ainda em seus escritos, lemos expressões como Eu Superior, Guia Divino, Imortalidade da Alma, Vidas Sucessivas… Alguns relatos falam sobre uma estreita relação com a Maçonaria. É difícil afirmar em que escola ou tradições espirituais ele se inspirou, mas através de seu legado, temos a certeza de que o foco de seus estudos era o contexto espiritual dos seres humanos.

Dr. Bach nos deixou um caminho para a cura.  Ele dizia:

“A prevenção e cura acontecem quando localizamos o erro dentro de nós mesmos e suprimimos este defeito por meio do cuidadoso aprimoramento da virtude que o destruirá; não combatendo diretamente o erro, mas desenvolvendo tanto estas virtudes que ele chegue a ser varrido de nossas naturezas”.

Observações decorrentes de sua prática com as essências florais

Durante esses primeiros anos de pesquisa e preparo das essências florais, Edward Bach viveu em Cromer, à beira mar, e viajava para encontrar as flores que precisava para ir completando sua obra.

Trabalhando com os Doze Curadores, percebeu que alguns pacientes não mostravam muito progresso, mesmo sabendo que havia identificado corretamente seu tipo de floral. Percebeu que algumas pessoas tinham estados crônicos: haviam sofrido doenças ou desequilíbrios em suas vidas por tanto tempo, que estes estados tornaram-se profundamente enraizados ou cristalizados.

Identifica mais 4 florais, os Quatro Auxiliares

Em 1933 Dr. Bach identificou mais quatro novos florais, aos quais chamou de Quatro Auxiliares. Ele dizia que essas novas essências eram, em sua palavras para: “…pessoas que se acostumaram à doença num tal grau que esta se torna parte de sua natureza”.

Sua sugestão foi a de que os Quatro Auxiliares poderiam tirar estes sofredores de seu estado de estagnação e impulsioná-los para uma atividade totalmente nova. Voltariam, então, para as dificuldades originais de seu tipo de floral, e poderiam ser auxiliados por um dos Doze Curadores.

Os Quatro Auxiliares são Gorse, Oak, Heather e Rock Water. Mais tarde agregou a este grupo mais três florais: Vine, Olive e Wild Oat. Estes se somaram, compondo então os 7 Auxiliares.

Reflete sobre a responsabilidade de cada um em relação à própria vida

De tempos em tempos, Dr. Bach escrevia sobre a responsabilidade dos pacientes em analisar suas próprias vidas para achar as causas de sua doença, que ele acreditava serem advindas de problemas espirituais e emocionais que terminavam por levar a uma doença física.

Desenvolve a combinação de emergência, depois conhecida como Rescue Remedy

Tratando de pacientes em Cromer, elaborou uma combinação de remédios florais para ser usada em casos emergenciais: Impatiens para tonificar a mente e o coração, dissolvendo o stress, Clematis, para trazer as forças da consciência para o momento presente e Rock Rose para fortalecer a coragem evitando o pavor provocado nestas situações. Mais tarde, acrescentou a esta fórmula outras 2 essências florais: Star of Bethlehem, evocando o poder das forças espirituais protetoras para a cura de traumas e Cherry Plum, para a manter a paz interior e o equilíbrio da mente. Assim nasce o Rescue ou Five Flowers como conhecemos hoje.

Fixa residência em Mount Vernon e pesquisa intensivamente mais uma série de flores e suas propriedades

Em 1934, depois de muito andar por campos ingleses acreditando estar pronto seu sistema de cura, fixou residência na vila de Sotwell. Alugou uma casa com o nome de Mount Vernon.

Atendia seus clientes, cuidava do seu jardim e construía seus próprios móveis, acreditando que seu sistema de cura estivesse completo. Mas no início da primavera de 1935 sentiu o impulso de retomar o trabalho de pesquisa de mais algumas flores e, desta maneira, deu início ao preparo de uma nova série de essências florais.

Enquanto as primeiras essências foram descobertas em 6 anos, a partir de observação de plantas, de temperamentos e de estados emocionais advindos de doenças há muito tempo instaladas, este segundo grupo foi descoberto em 6 meses. Quase um floral por semana!

A descoberta destas novas essências representou um desgaste muito grande para Edward Bach. Nora Weeks relata que ele vivenciava os estados mentais antes de encontrar as flores que iriam curá-los. Mas, apesar de enfraquecido e desgastado pelo seu trabalho, cuidava de todos que lhe pediam ajuda e sempre apresentava um sorriso, procurando dar alegria e felicidade a seus próximos. Afinal, este era, para ele, o caminho da cura.  Ele dizia:

“A vida não nos exige grandes sacrifícios… pede-nos apenas para fazermos a nossa viagem com alegria no coração e para sermos uma benção para aqueles que estão ao nosso redor.”

Em face a perseguições, determina sua opção de trabalhar com as flores

Desde que começou a ter seus primeiros artigos a respeito das essências florais publicados, Edward Bach foi perseguido pelo Conselho de Medicina inglês. Em sua última carta a este órgão em 1936, escreveu:

“Tendo provado que as ervas do campo são muito fáceis de usar e tão maravilhosamente eficazes em seu poder curativo, eu abandono a medicina ortodoxa.”

Disse ainda que já não era médico e preferia ser chamado de herbalista. Mas seu nome nunca chegou a ser retirado do Registro de Médicos da Inglaterra.

Durante o verão de 1936 escreveu a edição revisada de “Os Doze Remédios Curadores e Outros Remédios”.

 

Minha tarefa está cumprida

Em 1936 escreveu a seus colaboradores:

“Minha tarefa está cumprida; minha missão neste mundo está terminada.”

Pediu ainda a seus colegas: Nora Weeks, Victor Bullen e Mary Tabor:

“Há momentos como este, em que estou esperando um chamado não sei de onde.
Se este chamado vier, como pode acontecer a qualquer minuto, eu lhes suplico, a vocês três, que continuem a obra maravilhosa que começamos. Uma obra que pode libertar os homens, eliminando os poderes da doença….”

26 dias depois de escrever esta carta, enquanto dormia, Edward Bach abandonou seu corpo físico, retornando às dimensões imateriais da vida.

Faleceu, na madrugada de 27 de novembro de 1936, de uma parada cardíaca.

Nora Weeks, a mais devotada dentre seus colaboradores fala sobre o Dr Bach:

…Ele tinha um grande senso de humor e se contentava com as coisas simples da vida, como apanhar os primeiros cogumelos, cozinhar, costurar e terminar uma mesa. Tinha uma grande afinidade com plantas e animais. Os pássaros costumavam pousar na sua enxada enquanto ele carpia e os cachorros selvagens com seus filhotes vinham comer em suas mãos. Se ele pegava uma flor, não só conhecia suas qualidades curativas, assim como também sua história.

Ele seguia sempre a sua intuição. Às vezes saia de repente não importa o que estivesse fazendo, em obediência a seu impulso interno. Certa vez, quando estava ditando uma carta, ele deixou a casa e se dirigiu imediatamente ao cais onde se deparou com um homem prestes a cometer suicídio. Outra vez levantou-se da mesa de almoço e se dirigiu apressadamente para o final da praia onde se deparou com um homem entrando vestido no mar. Nas duas vezes pessoas foram salvas por ele. Muitas pessoas diziam que só de vê-lo à distância sentiam-se melhor.

Ele se achava um privilegiado por ser um canal de cura, embora sua primeira preocupação fosse encontrar as flores que curam. Estas poderiam ser aplicadas por todos, enquanto que o seu poder de cura, ele não o poderia transmitir diretamente aos outros. Sem dizer uma palavra, ele poderia colocar a mão sobre o órgão doente de um paciente e obter uma melhora instantânea. Mas, poderia também, com um olhar, revelar os sentimentos negativos, o medo escondido, o ressentimento, a inveja, o que quer que fosse que estava por trás daquele sofrimento, assim como o nome do floral que o aliviaria. E mais importante ainda, Dr Bach tinha a amorosa habilidade de mostrar àquele que estava sofrendo a coragem, o amor, a compaixão e compreensão que estava por detrás da sua dificuldade. Ele conseguia enxergar a verdadeira natureza de cada pessoa e revelar sua grandeza.

Dizia: “as crianças de Deus nunca têm medo”. Sua voz tinha uma qualidade que inspirava confiança, fazia a pessoa sentir-se bem e perceber-se como alguém melhor do que se julgava.

Em um dos artigos publicados pelo jornal Homeophatic World, Edward Bach nos diz: “Essa não é a cura do “vocês não devem”, mas sim a do “sejam abençoados”.

Sua voz tinha uma qualidade que inspirava confiança, fazia a pessoa sentir-se bem e perceber-se como alguém melhor do que se julgava.

Dr. Bach nos deixou um conhecimento profundo e, ao mesmo tempo, simples, a ponto de permitir a automedicação e a prescrição por leigos.

No entanto, cabe-nos ressalvar que a automedicação exige autoconhecimento e capacidade de observação, sem que o indivíduo se identifique com as próprias emoções. Isso requer um nível evolutivo que nem todos se encontram.

Da mesma forma, a prescrição por leigos pode ser feita, desde que conheçam profundamente os remédios, as regras básicas para a escolha, tenham sensibilidade, intuição e compreensão das leis espirituais que estão sendo violadas pela pessoa. Do contrário, correm o risco de indicar o remédio errado que, ainda que não provoque distúrbios, deixa de atingir o fim desejado.

Na prática, portanto, a automedicação e a prescrição por leigos são tarefas para poucos.

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Fonte e Dica de Livro:

Livro: Os Remédios Florais do Dr. Bach, incluindo Cura-te a Ti Mesmo e os Doze Remédios.
http://www.essenciasflorais.com.br/biografia-vida-de-dr-bach/

 

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Sobre Luciana Sant'Ana Prado

Fundadora e terapeuta do Instituto Alma Consciente. Graduada em instituições internacionais na Espanha, China e Brasil. Atuação na rede de saúde pública e privada através das medicinas Chinesa, Ayurvédica, Botânica e demais terapias naturais tradicionais, contemporâneas e modernas. Experiência em Acupuntura, Massoterapia, Iridologia, Reiki, Aromaterapia, Florais e diversas terapias naturais em crianças, adolescentes, adultos, idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais. Voluntária desde 2005 em projetos sociais e formada em diversos cursos livres na área da saúde e terapias energéticas.

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